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SUMMARY:Cerimónia do 16 de Março - Caldas da Rainha
LOCATION:Monumento 16 de Março
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DTEND;TZID=Etc/GMT+0;VALUE=DATE:20250317
X-ALT-DESC;FMTTYPE=TEXT/HTML:<p>O Levantamento das Caldas\, também referid
 o como Intentona das Caldas\, Revolta das Caldas ou Golpe das Caldas[1]\, 
 foi uma tentativa de golpe de Estado frustrada\, ocorrida em 16 de Março 
 de 1974\, em Portugal.</p>\n<p>O golpe foi descrito pelo \"capitão de Abr
 il\" Garcia dos Santos como \"uma tentativa de avançar com o golpe que n
 ão foi devidamente preparada\"\, tendo sido precursor da Revolução de 2
 5 de Abril seguinte\, que derrubou o regime ditatorial do Estado Novo Port
 uguês. É referido\, por vários autores\, como o catalisador que aglutin
 ou o oficialato em torno do Movimento das Forças Armadas (MFA)\, transfor
 mando-se no leitmotiv para a adesão de quase todas as unidades militares 
 à Revolução de Abril\, que o mundo viria a conhecer como a Revolução 
 dos Cravos.</p>\n<p>Na coluna militar vinham duzentos homens comandados pe
 lo Capitão Armando Marques Ramos\, que foram presos e distribuídos pelos
  presídios de Santa Margarida\, RAL1 e dos trinta e três oficiais que ne
 la vinham integrados\, os 11 considerados pelo regime como mais implicados
 \, recolheram a prisão da Trafaria\, onde permaneceram até dia 25 de Abr
 il de 74.</p>\n<p>Ao verem os seus camaradas do Levantamento Militar das C
 aldas da Rainha\, presos\, na Trafaria\, o oficialato dos três ramos das 
 Forças Armadas\, não poderia ficar impassível e permitir que a Ditadura
  triunfasse\, continuando o país sem liberdade\, democracia e paz e a sup
 ortar uma guerra infindável\, sorvedouro de vidas e jorro de estropiados 
 em três teatros de guerra distantes milhares de quilómetros entre si e d
 a sua base logística.</p>\n<p>Os militares presos na Trafaria deram o pon
 tapé de saída e o alento necessário para que o êxito da Revolução se
  alcançasse sem derramamento de sangue mas dando lugar a uma festa de flo
 res.</p>\n<p>O Capitão Salgueiro Maia diria no livro “Capitães de Abri
 l”\, de Alexandre Pais e Ribeiro da Silva\, na pág. 74:</p>\n<p>«Havia
  agora camaradas nossos na prisão e\, como se sabe\, no Exército a Camar
 adagem é algo de muito forte e a base da estrutura.</p>\n<p>Quando sabemo
 s que um indivíduo que passou connosco quatro anos na Academia Militar e 
 algumas comissões no Ultramar\, arriscando a vida\, está preso algures p
 elo simples facto de comungar dos mesmos ideais só há duas hipóteses: v
 amos ter com ele a bem ou a mal. Nós tínhamos de ir buscá-los.</p>\n<p>
 À falta de melhor motivo e no mínimo dos casos a acção seria desencade
 ada para libertar esses homens.»</p>\n<p>Igual fervor revolucionário se 
 lê no livro “Capitão de Abril\, Capitão de Novembro”\, do Coronel S
 ousa e Castro\, ex-Conselheiro da Revolução\, na pag.92\; O comandante d
 as forças em parada na Escola Prática de Infantaria de Mafra\, Capitão 
 Rui Rodriguês diz:</p>\n<p>A revolução começou. Vamos libertar os noss
 os camaradas que estão presos desde o 16 de Março. A nossa missão é oc
 upar o aeroporto\, quem não quiser vir sai da formatura…</p>\n<p>Sousa 
 e Castro concluiu: «Este é um discurso da própria madrugada de 25 de Ab
 ril que estabelece uma relação com o 16 de Março…»</p>\n<p>Otelo Sar
 aiva de Carvalho ironizou:[2]</p>\n<p>«Essa coisa falhada a que o Profess
 or Marcelo Caetano chamará — irreflexão\, talvez ingenuidade — redun
 dou semanas depois no 25 de Abril de 1974.»</p>\n<p>Entre os instigadores
 \, mais diretos do golpe do 16 de Março\, encontravam-se os Majores Luís
  Casanova Ferreira\, Otelo Saraiva de Carvalho\, Manuel Soares Monge\, Cap
 itães Ferreira da Silva\, Virgílio Varela\, Armando Marques Ramos e Tene
 nte Victor da Silva Carvalho.[3][4][5] </p>\n<p>Fonte: https://pt.wikipedi
 a.org/wiki/Levantamento_das_Caldas</p>\n
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